infinitesimamente transcendente
pelas noites
das estrelas
passeia o
firmamento
por luzes na
beleza dos sentidos
atravessando o
brilho dos gnomos
são pontos
belos encantados
no pólo de uma
rosa
com suas
pétalas abertas
sedentas de
amor
no ruído das
urzes
ultrapassadas
pelo vento
que arrasta
nuvens para o infinito
enamoradas
apaixonadas
sem um fim à
vista
a fada
madrinha
com seus
galanteios
passa por
caminhos de cetim
são paixões
que avassalam
meu coração
solitário
encerrado na
masmorra
de uma poesia
talvez complexa...
pedro valdoy

Sem comentários:
Enviar um comentário