A Dúvida
Caem pingos de
chuva
no meu coração
coberto de
saudades
do teu amor
São pingos que
sangram
na imensidão de
uma alma
recheada de
esperanças
pelo teu regresso
As pétalas da tua
flor
caíram no
desespero
com uma mágoa
serena
num regresso em
vão
Ouço a campainha
da porta
entoam cânticos de
dúvidas
nem sei se irei
abrir
O som repete-se
Vou abrir desconfiado
na serenidade dos
tempos
Mas... és tu!
meu coração
regozija
Pareces um anjo
coberto de desejos
na penumbra da
sala
que eu não mais
esquecerei.
Pedro Valdoy

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